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Author: Estadão

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Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.
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Nesta quarta-feira, deputados e senadores vão escolher os presidentes das duas Casas Legislativas para os próximos dois anos. Na Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não deve ter dificuldades em confirmar a sua reeleição, já que conta com amplo apoio de partidos governistas e de oposição, como nos casos de PT e PL. Já no Senado, a disputa tende a ser mais apertada. O atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é o favorito, e conta com o apoio do governo e de partidos do chamado Centrão. No entanto, seu adversário, Rogério Marinho (PL-MG), que foi ex-ministro de Jair Bolsonaro, tem conseguido angariar apoio de um número expressivo de partidos, como o PP e o Republicanos. É importante lembrar que o novo Congresso Nacional que toma posse também neste dia 1º de fevereiro, está mais conservador e à direita, mas existe o temor por parte de alguns parlamentares de se alinharem com o chamado bolsonarismo. Por isso, a disputa no Senado deve ser voto a voto. Afinal, de que maneira o resultado da eleição legislativa pode mexer com os rumos do governo Lula? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bruno Silva, cientista político e diretor de projetos do Movimento Voto Consciente. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o nome de Jean Paul Prates (PT) para presidir a companhia. O petista é alinhado com a visão crítica de Lula em relação à política de preços adotada pela companhia. O PT, inclusive, já tem feito pressão para que haja uma mudança nessa formulação. Historicamente, a Petrobras sofre com tentativas de interferências políticas em suas estratégias e, desde 2016, conseguiu certa autonomia para adotar uma política de preços que segue indicadores internacionais. Após grandes prejuízos por subsidiar preços de combustíveis a mando de governos passados, o estatuto da Petrobras passou nos últimos anos a prever condições para que a companhia possa ter suas atividades orientadas pela União.  Na era PT, nos governos de Lula e Dilma Rousseff, a companhia acumulou perdas que chegaram a 100 bilhões de reais. Foi durante a gestão petista que foi descoberto o esquema do “Petrolão”, que envolvia cobrança de propina de empreiteiras, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e superfaturamento de obras. Afinal, a intenção petista de interferir novamente na Petrobras pode trazer novos prejuízos à companhia? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manter um programa de proteção de dados vivo e eficiente é a preocupação número 1 entre os executivos de muitas áreas de negócios. Mais sobre os desafios, as tecnologias associadas, as expectativas para o futuro e sobre como a LGPD impacta a realidade das empresas em termos de privacidade, além de sua relação com os clientes, quase dois anos e meio depois de entrar em vigor, no Start Eldorado desta semana, que recebe duas DPOs (data protection officer, ou encarregadas de dados) de duas grandes empresas brasileiras: Samanta Oliveira, DPO do Mercado Livre no Brasil e Paula Zanona, DPO da Neoway. O Start Eldorado é apresentado por Daniel Gonzales e vai ao ar às 21h na Eldorado FM 107,3 - SP e canais digitais, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Setenta e cinco milhões de reais. Esse foi o gasto de Jair Bolsonaro (PL) durante os seus 4 anos à frente da presidência da República. Na fatura do ex-presidente tem de tudo: picanha, caviar, filé mignon, camarão, leite condensado e Nutella. Fora isso, o instrumento foi utilizado para bancar viagens de servidores que acompanhavam seus filhos e a ex-primeira dama, Michelle. O cartão corporativo foi criado durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, para facilitar as transações financeiras emergenciais do governo. Pela lei, qualquer servidor público de órgãos ou departamentos do governo poderá utilizar o instrumento desde que seja apresentado justificativa e comprovação da necessidade de seu uso. Mas o uso indiscriminado do cartão corporativo não é uma particularidade de Jair Bolsonaro. No seu primeiro mandato, Lula consumiu, em valores corrigidos pela inflação, R$ 59 milhões entre 2003 e 2006. No segundo mandato do petista foram mais R$ 47 milhões. Entre 2011 e 2014, Dilma Rousseff gastou R$ 42 milhões. Afinal, como acabar com a farra dos cartões corporativos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Jean Menezes de Aguiar, advogado e professor da pós-graduação da FGV. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As manifestações que ocorrem no Peru, desde a prisão do ex-presidente Pedro Castillo, estão cada vez mais violentas. Desde dezembro, os confrontos entre os grupos e as forças de segurança deixaram mais de 50 mortos. Além da renúncia da atual presidente, Dina Boluarte, os manifestantes querem o fechamento do Congresso, uma nova Constituição e a libertação de Castillo. Os manifestantes bloquearam rodovias, incendiaram prédios e invadiram aeroportos. O sul do Peru, onde se concentram várias manifestações, abriga destinos turísticos economicamente e culturalmente importantes, como Cusco e Puno. Até por isso, o governo peruano fechou a entrada a Machu Picchu por tempo indeterminado.  Grupos de direitos humanos acusam as autoridades de usar armas de fogo contra os manifestantes e de usar helicópteros para jogar bombas de fumaça. Em 10 de janeiro, a Procuradoria do Peru afirmou que começou a investigar Boluarte e pessoas do governo dela por “genocídio, homicídio qualificado e ferimentos sérios” relacionados à reação aos protestos. Afinal, qual será o futuro político do Peru diante dessas manifestações? O Brasil pode cumprir algum papel nesse momento de crise aguda? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, ouvimos o depoimento da peruana Jhomelin Bordais, doutoranda em Políticas Públicas, que nos atendeu diretamente de Lima, capital do país. E também conversamos sobre o assunto com Ricardo Leães, cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM de Porto Alegre. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Brasil e Argentina começaram a desenhar uma proposta para a criação de uma moeda única, que levaria o nome de “Sur” para facilitar o comércio e as transações financeiras entre os países. Lula deixou claro que o objetivo inicial não é fazer com que os países deixem de usar suas próprias moedas. No entanto, existiria a possibilidade dos países adotarem essa moeda internamente, substituindo a atual utilizada. A implantação da moeda comum sul-americana não seria para agora, mas sim para daqui a alguns anos e, por enquanto, envolveria apenas Brasil e Argentina. O instrumento único para transações no bloco não é uma ideia nova e já foi defendida inclusive pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes. O ex-presidente Jair Bolsonaro também chegou a cogitar a criação do “peso real” durante uma visita a Argentina em 2019. Afinal, a adoção de uma moeda única na América do Sul poderia fortalecer a economia da região? Quais são os prós e contras da proposta? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas últimas semanas, o Brasil voltou a ser confrontado com a trágica realidade do garimpo ilegal nas terras dos povos Yanomamis, em Roraima e no Amazonas. Imagens de indígenas desnutridos e doentes rodaram os noticiários, mostrando o total descaso e abandono a que os Yanomamis estão expostos. Por causa da contaminação promovida pelos garimpeiros ilegais, que utilizam o mercúrio na extração de ouro, o solo e os rios acabam contaminados, o que gera uma crise de saúde para os indígenas. O Ministério dos Povos Indígenas divulgou que 99 crianças do povo Yanomami morreram devido ao avanço do garimpo ilegal na região.  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que que o estado dos povos Yanomamis na gestão de Jair Bolsonaro (PL) é “um crime premeditado” e um “genocídio”. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, já informou que pedirá a abertura de um inquérito para apurar eventuais responsabilidades. O ex-presidente Jair Bolsonaro rebateu as acusações de Lula, que atribuiu a ele a culpa pela crise humanitária dos povos Yanomamis. No entanto, cartas de Jair Bolsonaro a entidades internacionais que denunciavam a situação dos Yanomamis ao governo brasileiro mostram que o ex-presidente garantiu que o povo indigena estava sendo atendido em programas de saúde. Afinal, quem são os culpados por esta grave crise em terras Yanomamis? Quais devem ser as ações primordiais para que este quadro não se repita? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador de reportagem da sucursal do Estadão em Brasília, Leonêncio Nossa. Ele é autor do livro “O Rio, uma viagem pela Alma da Amazônia”. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após os atos de vandalismo no dia 8 de janeiro, em Brasília, senadores que apoiam Lula (PT), e até aqueles que se colocam contra os bolsonaristas, correram para colher assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis responsabilidades de pessoas da sociedade civil e também políticos. No entanto, em entrevista ao canal GloboNews, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz ser contra a instalação da CPI. A justificativa do petista é que esse trabalho já está sendo realizado pelos órgãos competentes. Inclusive, afirmou que aconselharia deputados e senadores da sua base a não instalarem a comissão. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), chegou a classificar a instalação da CPI como "muito pertinente" e "adequada". No entanto, essa CPI só deve ser instalada em fevereiro, após a volta do recesso parlamentar. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), já disse que a Casa deve priorizar ações consensuais antes de tocar uma eventual instalação de CPI. Mas, por que Lula não quer apoiar a criação de mais um instrumento que possa culpabilizar os responsáveis pelos atos de vandalismo? A instalação de uma CPI para apurar os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, ajudaria ou atrapalharia as investigações em andamento? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Lucas Pereira Rezende, cientista político e professor do Departamento de Ciência Política da UFMG. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mercado de streaming de vídeo no Brasil passa por uma transformação que tem tudo a ver com inovações digitais presentes em muitas áreas de negócios. As empresas do setor investem em análise de dados e algoritmos para melhorar suas ofertas e conhecer seus clientes, em parcerias com o mercado de ISPs - o avanço dos provedores regionais de internet no Brasil, em inteligência artificial para assegurar a qualidade dos serviços, ao mesmo tempo em que têm grandes expectativas em torno da chegada de redes 5G de alto desempenho. Um cenário sobre o setor nesta edição do Start Eldorado, que recebe André Romanon, country manager da Roku Brasil, executivo que possui mais de 20 anos de experiência no segmento de tecnologia e televisão. O programa vai ao ar às 21h na rádio Eldorado FM (107,3 - SP) e canais digitais, com apresentação de Daniel Gonzales, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com, ao menos, 10 representantes de centrais sindicais do País. Na conversa, ouviu o desejo de fortalecer o Ministério do Trabalho, que tem Luiz Marinho (PT) à sua frente. Além disso, houve pedidos para que o governo reveja pontos da reforma trabalhista feita em 2017. Lula já anunciou a criação de três grupos de trabalho para propor mudanças na regra de reajuste do salário mínimo e na legislação trabalhista. Dois desses grupos, que devem ser compostos nos próximos 30 dias, e que terá a participação de empresários, vão discutir essas mudanças. O outro grupo de trabalho que foi criado é o que vai discutir o novo modelo de reajuste anual do salário mínimo. Os sindicalistas propõem um cálculo de aumento real dos salários com a recuperação da inflação, mais a média do PIB brasileiros dos últimos dois anos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a decisão sobre o aumento do salário mínimo cabe ao governo e será tomada após negociações com as centrais sindicais. Afinal, a reforma trabalhista precisa ser revista, de fato? Qual o impacto que isso pode gerar nas relações trabalhistas e de emprego? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Marco Antônio Teixeira, coordenador do Mestrado em Gestão e Políticas Públicas da FGV EAESP. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe publicitário Luiz Lara, chairman do Grupo TBWA e Presidente do CENP - Conselho Executivo das Normas Padrão.Ele fala sobre a transformação do comportamento do consumidor e explica o conceito de Economia da Atenção aplicado à publicidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já começou o processo de desmilitarizar o governo e a praça dos Três Poderes. Na última semana, mais de 40 militares que trabalhavam na administração do Palácio do Planalto foram dispensados pelo atual governo. Em conversa com jornalistas, Lula deixou clara a desconfiança com a segurança e com fardados que estão no governo. O presidente disse estar "convencido" de que gente de dentro do palácio deixou golpistas entrarem no dia da invasão ao Planalto, incluindo militares. No entanto, a avaliação política é a de que essa retirada em massa passaria uma mensagem de que os militares estão sendo desprestigiados, o que, estrategicamente, não é interessante para o petista num momento em que ele mesmo tenta pacificar a relação com as Forças Armadas. A questão que se põe agora é como tratar o racha e os radicais, em particular, dentro do Exército? Como desbolsonarizar as Forças Armadas sem causar grandes cisões? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a professora do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Adriana Marques. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil reabriu a embaixada da Venezuela como forma de se reaproximar do vizinho sul-americano, após o governo de Jair Bolsonaro não reconhecer Nicolás Maduro como líder do país, e sim, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó. Inclusive, em Brasília, havia uma representante da oposição como representante diplomático do país. Desde que venceu as eleições, Lula já havia dito que retornaria esses laços entre as duas nações. A medida já tinha sido anunciada também pelo novo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O governo Maduro apresentou o ex-cônsul-geral venezuelano em São Paulo Manuel Vicente Vadell como futuro embaixador no País. Nos últimos vinte anos, as relações econômicas entre Brasil e Venezuela foram estruturadas em torno do comércio bilateral, do financiamento à exportação de bens e serviços de engenharia, dos investimentos em infraestrutura e da parceria energética entre os dois países. Afinal, o que o Brasil ganha ao se aliar novamente ao governo ditatorial de Nicolás Maduro? O que esse relacionamento pode trazer de benefícios aos países? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o coordenador do DSI - Grupo de Análise de Estratégia Internacional (USP), Alberto Pfeifer. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, assumiu um papel de defensor da democracia. Mas é claro, que nem todos aceitam essa denominação. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dizem que o magistrado age como um censor desta ala ideológica. Ao longo dos últimos anos, o ministro do STF mandou prender, acionou a Polícia Federal (PF) para fazer buscas e apreensões na casa de políticos e civis, derrubou perfis em redes sociais, e enquadrou diversos deles nos inquéritos dos atos antidemocráticos e das fake news. Após os ataques à praça dos Três Poderes, em Brasília, as decisões monocráticas do magistrado ficaram mais evidentes. Em um de seus discursos depois do ocorrido, Alexandre de Moraes prometeu o rigor da lei contra os golpistas que atentaram contra o estado democrático de direito. Afinal, as decisões do magistrado são necessárias para proteger a democracia ou são exageradas e criam precedentes perigosos para situações futuras? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Grupo Prerrogativas vai montar uma ofensiva para levar o ex-presidente Jair Bolsonaro a responder por ações de seu governo na Justiça. A estratégia do grupo, que reúne advogados e juristas ligados ao PT, será traçada com o objetivo de tornar Bolsonaro inelegível. Entre as acusações que pairam sobre Jair Bolsonaro estão: a condução na pandemia da Covid-19; a interferência na Polícia Federal ao trocar a chefia da instituição para proteger os filhos; O vazamento de uma investigação sigilosa da PF sobre um suposto ataque hacker ao TSE e por divulgar notícias falsas sobre o processo eleitoral.  O movimento “Sem Anistia” já começa a ganhar corpo entre políticos de esquerda e nas redes sociais. Mas, alas moderadas da coalizão formada em torno de Lula temem transmitir uma ideia de revanchismo ou de "caça às bruxas" com o apoio formal às investigações e a adesão ao movimento. Afinal, o cerco sobre Bolsonaro pode acirrar a polarização no País? Qual seria o futuro do bolsonarismo com Bolsonaro inelegível? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas, Eduardo Grin. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Aline Fernandes. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Transformação digital nas cadeias produtivas, desde a fábrica até a distribuição dos produtos, com análise de dados para otimização das linhas e conexão aos pontos de venda - sem se esquecer da integração dos consumidores ao ecossistema do negócio, que se vale também de inovações trazidas pelas startups. A nova era da indústria é a 4.0, e você vai ouvir os cases de uma das maiores fabricantes de bebidas do mundo, a brasileira Ambev. O apresentador Daniel Gonzales recebe Eduardo Horai, CTO e VP de Tecnologia da empresa. O Start vai ao ar às 21h todas as quartas-feiras na Eldorado FM 107,3 - SP, aplicativo, site e canais digitais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar convencê-lo da importância de privatizar o maior porto da América Latina: o Porto de Santos, no litoral paulista. O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmou que está aberto ao diálogo, porém, voltou a descartar a privatização da autoridade portuária em Santos. Após vencer as eleições, o presidente Lula disse que as privatizações iam acabar no Brasil durante seu governo. Logo no segundo dia de mandato, o novo chefe do executivo revogou atos que davam andamento à privatização de sete empresas públicas, entre elas a Petrobras. Diante das reações negativas, coube ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, colocar panos quentes na situação. O novo chefe da economia defendeu fortemente as parcerias público privadas no lugar das privatizações. Em uma PPP, a empresa normalmente fica responsável pelo projeto, assim como seu financiamento, execução e operação. Afinal, Lula erra ao demonizar as privatizações? As parcerias Público-Privadas seriam uma alternativa? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e advogada, Elena Landau. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos atos golpistas praticados em Brasília, o que se viu foi a presença de inúmeros parlamentares. Deputados federais, estaduais e vereadores foram identificados em vídeos publicados nas redes sociais, durante a invasão de prédios públicos. Não apenas isso, diversos parlamentares também fizeram postagens de apoio ao ato, e alguns incitaram a população à barbárie na capital federal. Nas imagens é possível ver um grande número de políticos do Partido Liberal, sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta terça-feira, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Reginaldo Lopes, e o líder eleito para a próxima legislatura, Zeca Dirceu, entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a responsabilização criminal de 3 parlamentares e uma suplente de deputado federal que endossaram o golpismo na capital federal. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu discutir mais para frente outras ações, como tornar inelegíveis aqueles que participarem de atos golpistas, em Brasília. Afinal, o que pode, de fato, acontecer a esses parlamentares? Eles poderão ser detidos após as investigações? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o advogado especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os ataques terroristas no domingo (08) tinham a intenção de depor o governo eleito e implantar uma ditadura militar. A questão é que o tiro saiu pela culatra, e o que vemos agora é uma espécie de fortalecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa força foi demonstrada na última segunda-feira (09), quando os governadores de todos os estados, inclusive os que apoiaram Jair Bolsonaro (PL), se reuniram com o chefe do executivo em uma reunião de solidariedade ao que aconteceu na Praça dos Três Poderes. Um levantamento feito pelo Instituto Quaest, mostra que a população também condenou os ataques. 90% dos internautas reprovaram os atos terroristas que tiveram como alvo as sedes do executivo, legislativo e judiciário. O apoio veio ainda de deputados e senadores, que aprovaram em tempo recorde, a manutenção da intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal. O aceno veio também das Forças Armadas, que condenaram os atos e defenderam a manutenção da democracia. Afinal, Lula sai maior desse episódio? A oposição ficará acanhada após os ataques em Brasília? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Glauco Peres, professor associado de Ciência Política da Universidade de São Paulo. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após um dia de terror em Brasília com a invasão dos prédios dos três poderes por bolsonaristas radicais, a meta do governo federal e das forças de segurança é identificar e deter aqueles que participaram do ato terrorista no coração do País. Após uma reunião entre os chefes dos Três Poderes, foi divulgada uma nota em que dizem “rejeitar” os “atos de terrorismo, vandalismo, criminosos e golpistas” e pedem à população a “defesa da paz e da democracia”. O Ministério da Justiça, a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios criaram canais para receber denúncias e informações sobre os invasores e depredadores dos prédios públicos. As instituições pedem que sejam encaminhados vídeos, fotos ou prints de redes sociais que possam ajudar a identificar os responsáveis pelos atos golpistas e de depredação no denuncia@mj.gov.br. No final da noite, o presidente Lula fez uma reunião com todos os governadores de estado, ministros e representantes do judiciário para discutir ações que impeçam que atos como o de domingo se repitam. Afinal, esse ataque aos Três Poderes pode ser um divisor de águas em como a sociedade, e até os políticos passarão a enxergar a extrema-direita? De que forma o governo federal, junto com o legislativo e o judiciário, deve agir para desarticular esses movimentos radicais? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a cientista política e doutora em ciência política pela USP, Camila Rocha. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte.  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Comments (483)

Mario Casale

Este episódio está com problemas, repetiu um trecho e cortou.

Jan 25th
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SilasTorres Motion

Cara, a entrevistadora tá estressada? Que foi isso que eu ouvi? Parabéns pela paciência amigo! E viva a publicidade brasileira!

Jan 21st
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Andreia Santos

Que tal chamar pelo nome correto? O cerco à terroristas e vândalos da direita.

Jan 12th
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Alex Costa

A Imprensa foi um dos alimentadores de Bolsonaro. Qdo? Qdo inventaram essa tal de "pacificação". Como pacificar um golpe? E agora querem minimizar o que aconteceu, tratando isso como "capital político" pró Lula. Lula e qlq um que estivesse no lugar dele, iria ter força democrática advinda desse golpe. Quem perdeu foi a democracia e quem pode ganhar algo bom é ela.

Jan 11th
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Andreia Santos

parece até piada. Bolsonaro flertava dia sim outro também e qualquer pum que o Lula dá, falam isso. Nos poupe dessa visão onde 700 mil mortes era brisa e qualquer discurso vira um atentado. A função de um jornal é informar, tão indo pelo mesmo caminho da Jovem Pan. tristeza.

Jan 6th
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SilasTorres Motion

Concordo plenamente. Mas uma coisa é o que achamos correto. Outra coisa é a lei. Sem mandato dar cargo político a já já seria nepotismo...?

Dec 22nd
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SilasTorres Motion

O ciro Gomes sendo ignorado kkkkk mds.

Dec 21st
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Thalles Nathan

o Estadão ta aprendendo a mentir com a jovem pan, lula não foi machista em debate. quem foi machista, foi Bolsonaro.

Aug 30th
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Lucas Tavares

👍

Aug 5th
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Alex Costa

Deu uma aula, Grazi. É o Legis Ativo mandando bem demais.

Jul 25th
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Débora Carvalho Tavares

O áudio é do episódio sobre liberdade de imprensa

Jun 22nd
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Geovani Luz

não é o programa do título.

Jun 22nd
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Mario Casale

"muita gente criticou Lula por ter falado que o aborto é questão de saúde pública". Porque não falam a verdade, que ele defendeu a legalização total do aborto?

Jun 22nd
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Mario Casale

Audio está de outro episódio anterior!

Jun 22nd
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André Victor Cavalcanti Seal

Muito ruim o comentarista. A posição analítica muito contaminada com o vies ideologizado de direita.

Jun 3rd
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Mario Casale

Mesma coisa na fala sobre policiais, colocam a fala dele se justificando ao invés da fala original. Qual é a motivação disso?

Jun 1st
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Mario Casale

Porque trouxeram a fala do Lula mentindo sobre a afirmação dele sendo a favor do aborto, ao invés da fala original??

Jun 1st
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Alex Costa

Agora a gnt sabe pq Bolsonaro substituiu o ministro de minas e energia.

May 12th
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CaiLipe

trabalho de excelência, na minha opinião como consumidor assíduo de podcasts de notícia.

May 10th
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