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Após todos os desafios da pandemia, o projeto Jovem Chef, iniciado em 2019, chega ao final de 2022 celebrando a formatura de 133 jovens, sendo que 75 deles estão hoje inseridos no mercado de trabalho.O projeto é resultado de uma parceria entre a instituição Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa e a Fundação FEAC e proporciona capacitação profissional para o trabalho na área de gastronomia. O público-alvo dos cursos são jovens em vulnerabilidade social que vivem no município de Campinas. Deu tão certo, que o projeto se tornou uma referência para o setor de bares, restaurantes e hotéis na hora de contratar um profissional.“Neste ano, a oferta de vagas em estabelecimentos parceiros se tornou maior do que o número de jovens formados, confirmando que o mercado tem abraçado estes jovens profissionais que passaram por esse tipo de capacitação”, explica a coordenadora Kelly Cristina Parro Silva, da instituição M.A.E. Maria Rosa.Ela acompanha o projeto de perto desde o início e é a convidada da edição de outubro do FEAC na Escuta. Apresentação de Natália Rangel.
Nascido em Serra Talhada, em Pernambuco, Jefferson Rodrigues tinha um ano de idade quando ele e sua família chegaram à ocupação Parque Oziel, em Campinas, em 1997. A região, que já foi a maior ocupação urbana da América Latina, hoje conta com infraestrutura básica e está em processo avançado de regularização. Formada pelos bairros Parque Oziel, Monte Cristo e Gleba B, a área abriga mais de 30 mil moradias e tem cerca de 100 mil habitantes. Aos 25 anos, Jefferson testemunhou o crescimento da comunidade e hoje é um dos fundadores do primeiro espaço criativo do território, a Ozipa Criativa, que trabalha para promover o desenvolvimento pessoal e profissional dos moradores, artistas e empreendedores da ocupação Parque Oziel. Formado em Comunicação, Jefferson perdeu a visão em 2018, em decorrência de uma doença autoimune. De sua casa no Parque Oziel, em Campinas, ele concedeu a seguinte entrevista à Fundação FEAC. Acompanhe! Apresentação de Natália Rangel.
No último domingo, 28 de agosto, comemorou-se o Dia Nacional do Voluntariado. A pesquisa Voluntariado no Brasil 2021 mostra que o trabalho voluntário registrou um crescimento importante na última década, em especial nos anos de 2020 e 2021, devido à pandemia. Também aponta maior profissionalização do segmento e mais horas dedicadas a atividades voluntárias com frequência definida. Para falar sobre o assunto, o podcast FEAC na escuta convidou este mês Daniela Vieira, líder do Programa Cidadania Ativa, da Fundação FEAC, e Walter Nannini, vice-presidente da Casa Ronald McDonald Campinas para contarem um pouco de suas experiências e impressões sobre este cenário hoje no país.A Casa Ronald McDonald Campinas disponibiliza gratuitamente hospedagem, alimentação e assistência social e emocional a pacientes de 0 a 24 anos em tratamento contra o câncer infantojuvenil em hospitais e ambulatórios de Campinas. Segundo Walter Nannini, a casa conta hoje com o trabalho de 130 voluntários.Daniela Vieira, da Fundação FEAC, destaca o Projeto Via Conexão, de mentoria voluntária on-line, e a bem-sucedida parceria que vem sendo realizada com a Azul Linhas Aéreas. A apresentação é de Natália Rangel.
A Medida Provisória 1116 – Emprega mais Mulheres e Jovens, editada pelo governo federal em 5 de maio deste ano, fez alterações na Lei da Aprendizagem (10.097/2000), que regulamenta o trabalho de adolescentes, a partir dos 14 anos, na condição de aprendizes.Estas mudanças estão sendo contestadas por algumas entidades e associações e geraram protestos de jovens em diversos estados. A principal crítica é que a medida desestimula as empresas e indústrias a cumprirem a cota do aprendiz e deve reduzir a oferta de vagas para este público.Além disso, outro fator que pode prejudicar os trabalhadores, aprendizes e pessoas com deficiência foi o julgamento do tema 1046: o Supremo Tribunal Federal decidiu que convenções e acordos coletivos firmados entre patrões e empregados prevalecem sobre a lei. A decisão pode abrir caminho para redução de direitos sociais e trabalhistas, entre eles, o número de vagas para aprendizes.Para entender melhor o cenário, o advogado paulista Ariel de Castro Alves, presidente da Comissão de Adoção e Convivência Familiar de Crianças e Adolescentes da OAB-SP e membro do Instituto Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, aceitou nosso convite para responder às perguntas de alguns jovens que trabalham como aprendizes. Mateus Lourenção e Matheus Araújo conseguiram inserção no mercado de trabalho com apoio das OSCs Patrulheiros Campinas e Sorri Campinas, respectivamente. A apresentação é de Natália Rangel.
Uma vida longa, saudável e com direitos assegurados deveria estar ao alcance de todas as pessoas e criar condições para que isso ocorra é um dever de toda a sociedade. O relatório World Population Prospects 2022, lançado nesta segunda-feira (11) pela ONU, reforça os dados sobre o acelerado envelhecimento da população brasileira. Enquanto em 1950 só 2,4% dos brasileiros tinham mais de 65 anos, esse número chega a 10% em 2022. Campinas possui mais de 1 milhão de habitantes e uma população idosa próxima a 160 mil pessoas, segundo pesquisa da Fundação Seade. A pandemia acendeu um alerta sobre a violência contra a pessoa idosa, que registrou aumento de notificações e denúncias durante o isolamento social. Diante deste cenário, a prefeitura de Campinas lançou a campanha Idadismo: em Campinas o preconceito com idade não tem vez, que tem ações programadas até o final do ano. "A violência contra a pessoa idosa tem dois pontos primordiais: é uma violência doméstica e cometida, em 90% dos casos, pelos próprios filhos, filhas e esposo – e 70% das vítimas são mulheres", afirma Karla Borghi, da coordenadoria de políticas públicas para as pessoas idosas, da Secretaria de Assistência Social, Pessoas com Deficiência e Direitos Humanos, de Campinas. Ela é a convidada deste podcast para conversar sobre o tema. "Quando você começa a fazer rodas de conversa, explicar e falar dos direitos da pessoa idosa você percebe as muitas falsas verdades naturalizadas na sociedade sobre o envelhecimento", aponta Karla, destacando a importância de desconstruir estereótipos. Assista! Apresentação de Natália Rangel.
Ao longo das últimas três semanas, o programa Enfrentamento a Violências, da Fundação FEAC, promoveu a Campanha do 18 de maio, com uma agenda temática para informar e conscientizar as pessoas sobre o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A campanha divulgou on-line informações sobre prevenção, denúncia, tipos de abuso, mitos e verdades ligados ao assunto, e organizou um Cinedebate com o documentário “Se eu contar, você escuta?”, de Renata Coimbra. Este novo episódio do programa FEAC na Escuta também discute o tema e busca aprofundar a reflexão, com a participação da psicóloga Gorete Vasconcelos, mestra em Psicologia e consultora da Childhood Brasil, que traça um panorama do cenário hoje no país. Ela afirma que pesquisa recente identificou que, durante a pandemia, houve uma demanda reprimida muito grande de denúncias que estão chegando agora nos serviços do Sistema de Garantia de Direitos. Também participa do programa a assistente social Helen Araújo, que apresenta um pouco do seu projeto “há beleza na resiliência”, aprovado pelo PROAC editais, do governo do Estado de São Paulo, e que também dá nome ao seu primeiro livro de poesias. A apresentação é de Natália Rangel.
Neste episódio especial do FEAC na escuta, produzido pelos jovens mobilizadores do projeto Sintonizando na Transformação, que tem a parceria da Fundação FEAC, o tema é o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O programa é apresentado por Thomas Cabral, 19 anos, e tem a participação dos adolescentes Rubens Ricardo Neves Filho, 19, e Maikelle Macario, 17 anos. A proposta do bate-papo é esclarecer dúvidas e aprofundar a reflexão em torno deste tema, que afeta a vida de milhares de crianças e adolescentes brasileiros. Para isso, a galeria do Sintonizando na Transformação trouxe ao programa duas convidadas do Centro de Orientação ao adolescente de Campinas (COMEC): a pedagoga Charlene Magalhães, e a assistente social, Raquel Rocha, especialista em infância e violência doméstica.
Entre janeiro e março deste ano um milhão e cem mil adolescentes brasileiros entre 15 e 17 anos tiraram o seu título de eleitor e já estão aptos a votar nas próximas eleições.Esta mobilização ocorre após uma ampla campanha nacional na tevê e redes sociais, promovida pela Justiça Eleitoral e protagonizada por personalidades públicas, para informar e conscientizar sobre a importância da participação política.O objetivo foi reverter o cenário apontado pelas pesquisas em janeiro que mostraram o menor nível de alistamento eleitoral de adolescente das últimas três décadas.A estratégia está ajudando e repercute nos municípios. Em Campinas, a campanha Cada Voto Conta foi articulada pela ONG Minha Campinas em parceria com a Fundação FEAC, escolas e organizações da sociedade civil. O projeto capacitou adolescentes para visitar escolas e conversar com outros estudantes do ensino médio sobre política e voto consciente. Já visitou 20 instituições de ensino e mobilizou 1.500 jovens em dinâmicas de grupo, aulas e debates.A socióloga e gestora de projetos da ONG Minha Campinas, Claudia Oliveira, fala sobre a importância da campanha na cidade e da parceria com as escolas. Também participam do podcast Rafaela Canela, pedagoga e analista de projetos do programa Juventudes, da FEAC, e as estudantes e articuladoras da campanha Adrielly Barbosa, 17 anos, e Pérola Marques, 16 anos. A apresentação é da jornalista Natália Rangel.
Uma boa comunicação pode ser uma importante aliada no que diz respeito à transparência e credibilidade das organizações do terceiro setor e é também um cartão de visitas para os potenciais doadores.No entanto, mesmo com o crescimento e a profissionalização desse segmento, ainda há muita desinformação sobre o trabalho desenvolvido pelas organizações da sociedade civil no país.Para falar sobre os desafios e avanços da comunicação neste setor convidamos Andréa Wolffenbüttel, membro do comitê coordenador da OSC Movimento por uma Cultura de Doação, Carlos Barbosa, diretor do negócio de impacto Phomenta e Nathalia Garcia, líder do Programa Qualificação da Gestão, da Fundação FEAC.
Especialistas alertam que o Brasil precisa falar mais sobre a importância da vacinação das crianças. Não apenas para Covid-19, que está em evidência, mas também das vacinas obrigatórias, que têm apresentado uma queda nos últimos anos.O tema é motivo de preocupação entre profissionais da área de saúde e para aprofundar o assunto convidamos Cristina Albuquerque, Chefe da Unidade de Saúde, HIV/Aids e Primeira Infância do Unicef, a pediatra Sandra Regina de Souza, que foi coordenadora da Saúde da Criança no Estado de São Paulo, e Paulo Bonilha, médico pediatra e membro da Executiva do Comitê do Plano Municipal pela Primeira Infância da Prefeitura de Campinas.Eles abordam os desafios enfrentados hoje e ressaltam que o Brasil foi referência na área de vacinação infantil e criou uma das mais bem sucedidas campanhas, na década de 1980, que ajudou a erradicar doenças graves, como a poliomielite, que causa a paralisia infantil, e o sarampo, entre outras.Ouça para saber mais.
O uso de dados é enriquecedor para um projeto social. Por meio da coleta e análise de dados, é possível enfrentar desafios com mais embasamento e encontrar melhores soluções. Ou, até mesmo, tomar um rumo totalmente inesperado e interessante.Os projetos sociais podem se beneficiar tanto de dados primários, ou seja, obtidos especialmente para a ocasião, quanto de dados secundários, que já foram coletados e geralmente são baseados em fontes governamentais.Neste episódio do FEAC na escuta, conversamos com a socióloga Denise Alcântra, líder da Atena Consultoria e Estratégia, e Sílnia Prado, líder do Programa de Fortalecimento de Vínculos da FEAC, para conhecermos a importância do uso de dados em projetos sociais.Ouça a conversa!
Rayra Mendes e Amanda Herran têm alguns pontos em comum. As duas estão com 18 anos, vivem em áreas periféricas de Campinas e tinham pouco acesso à tecnologia quando eram mais jovens. Elas compartilham também a passagem pelo projeto Base Social, criado por Adriano Rodrigues e outros colegas para dar qualificação para pessoas de territórios vulneráveis em áreas como programação de software. Após passarem pelo Base Social, elas agora também têm mais uma coisa em comum: empregos em grandes multinacionais da área de tecnologia e muitos planos para o futuro. Ouça o novo episódio do FEAC na Escuta para saber mais sobre como a Base Social mudou a vida de Rayra e Amanda!
Vanessa Sigalla tem um pequeno negócio de alimentação na região dos Amarais, periferia de Campinas, o Dog da Vanessa. Já Camila Mickievicz é advogada especializada em proteção de dados e mora em Brasília.Elas são de realidades distantes uma da outra. E, no entanto, construíram uma relação de aprendizado mútuo, de admiração. Foi a edição especial para mulheres do Via Conexão, projeto de mentoria da Fundação FEAC, que juntou Vanessa e Camila.Ouça o novo episódio do FEAC na escuta para conhecer essa história inspiradora!
O brasileiro é solidário nas emergências. Nos primeiros três meses da pandemia, por exemplo, foram doados mais de R$ 5 bilhões para iniciativas de combate a seus efeitos, segundo o Monitor das Doações Covid-19, da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR). Em tempos normais, no entanto, essa solidariedade não é tão presente. Os brasileiros não têm o hábito de apoiar causas e organizações da sociedade civil. A cultura de doação no país não é forte.Nesse episódio do FEAC na Escuta, conversamos com a Márcia Kalvon Woods, presidente do conselho deliberativo da ABCR e participante do comitê coordenador do Movimento por uma Cultura de Doação. Ela nos explica o que é a cultura de doação, como ela está no Brasil e o que pode ser feito para fortalecê-la no país.Ouça a conversa!
A pandemia vem perdendo sua força. É hora de olharmos para suas mais silenciosas vítimas: as crianças. Escolas fechadas, rotinas interrompidas, insegurança alimentar... foram muitas as maneiras como a crise sanitária atingiu meninos e meninas. Neste episódio do FEAC na escuta, discutimos as consequências da pandemia sobre as crianças de Campinas e o que fazer, afinal, para tentar mitigar seus efeitos. Para isso, conversamos com Thiago Ferrari, coordenador do Primeira Infância Campineira, plano decenal criado pelo município de Campinas em 2018, e que tem como foco políticas públicas para essa faixa etária. Também falamos com Juliana Di Thomazo, líder do Programa Primeira Infância em Foco, da FEAC. Ouça a conversa.
“O educador se eterniza em cada ser que educa.” A frase de Paulo Freire, cujo centenário foi celebrado em setembro de 2021, é um resumo perfeito do episódio do FEAC na escuta em homenagem ao Dia dos Professores.A passagem, citada no programa pela professora de educação infantil Isabela Manzato Miranda Caetano, sintetiza alguns dos temas trazidos nesse episódio tão especial, como os professores do passado que inspiraram os do presente e os desafios da educação no tempo da pandemia.Além da Isabela, o programa conta ainda com a participação do professor de educação infantil Danilo Alves e das crianças da creche Tia Léa, em conversa com a orientadora pedagógica Rita de Cassia Galante.Feliz Dia dos Professores!
Você já se perguntou o que acontece com uma criança ou adolescente com deficiência que esteja em acolhimento? Como as instituições se preparam para recebê-los? Quais as suas chances de adoção? O que acontece com aqueles que não são adotados?No Brasil, segundo o Conselho Nacional de Justiça, havia quase 30 mil crianças e adolescentes em acolhimento em setembro de 2020. Cerca de 1.500 deles com deficiência. Para discutir essa situação, o FEAC na escuta conversou com a Myrian Silva, coordenadora do abrigo Convívio Aparecida Unidade I, e com a Lindalva Carvalho, coordenadora da casa lar “Crer & Ser”, ambos de Campinas.Ouça até o fim para se emocionar!
Em 21 de setembro, celebra-se o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. É um momento ideal para discutir como estão, afinal, esses direitos. Onde houve avanços? O que ainda precisa mudar? Como evitar retrocessos?Para discutir essas e outras questões, o FEAC na escuta conversou com Marco Antonio Pellegrino, consultor em acessibilidade, inclusão e políticas públicas.
A pandemia vem tendo enormes impactos negativos nos indicadores socioeconômicos. Basta lembrar que o desemprego bate recorde, com quase 15 milhões de pessoas sem trabalho, segundo o IBGE. Tudo isso traz desafios enormes à assistência social, que tem a obrigação constitucional de atender a quem dela necessitar – e cada vez mais pessoas dela necessitam. Quais são exatamente esses desafios? O sistema de assistência tem condições de lidar com eles? O que é preciso para adequá-lo ao tamanho do problema? E mais: você já ouviu falar dos órfãos da pandemia, uma questão que terá impacto por gerações? Essas e outras questões foram discutidas no novo capítulo do FEAC na escuta.
Além de todas as dificuldades de empreender em um território em situação de vulnerabilidade social, os microempreendedores desses locais ainda enfrentam uma grande barreira para fortalecer seus negócios: as dificuldades para acessar crédito. Isso se deve tanto a um temor em se endividar quanto à maneira como o sistema financeiro é estruturado. Quais as consequências dessas barreiras ao crédito? O que pode ser feito para diminuí-las? Quais iniciativas já existem nesse sentido? Para discutir essas e outras questões, o FEAC na escuta conversou com Lemuel Simis, cofundador da Firgun, negócio de impacto social que trabalha com crédito para pessoas de baixa renda, e com Leidiane Lima, consultora de finanças do Sebrae.
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