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Guten Morgen - Senso Incomum

Author: Senso Incomum

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Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,
113 Episodes
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116: Nossa Crise Brasileira

116: Nossa Crise Brasileira

2022-07-1401:10:27

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Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Formação Senso Incomum: formacaosensoincomum.com.br/ Guten Morgen Go: go.sensoincomum.org Seja membro do Brasil Paralelo: go.brasilparalelo.com.br/campaign/sen…ejamembro-fm Seja patrono do site e nos mantenha cafeinados: Patreon: www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org ----- Guten Morgen, Brasilien! Em mais uma investida inovadora do Senso Incomum, o seu podcast preferido trouxe ninguém menos do que a grande Kim Zucatelli para conversar conosco sobre fitness, nutrição, Alemanha, ayurveda, faxina, impostos por religião, tradução da Bíblia e como limpar cuspes! Kim Zucatelli veio comentar da sua experiência de sair do país e enfrentar o choque cultural e o quebra-cabeça da língua alemã. De como estudava odontologia, mas percebeu que a burocracia alemã consegue às vezes ser pior do que a brasileira. E de como começou a sua nova carreira, com a semana detox e ajudando as pessoas a terem uma limpeza mental e corporal para emagrecerem e terem uma vida mais adequada, de acordo com as potencialidades dos seus corpos. Como queremos cuidar não apenas dos estudos e do intelecto de nossos queridos leitores e espectadores, mas também de acabar com a obesidade mórbida total e completa de nosso amável público, Kim Zucatelli era uma das entrevistas mais esperadas pelo nosso gordo público! Afinal, estamos em um novo momento, em que cuidamos da cultura e também do fato de nossos leitores estarem tão gordos que, quando trocam o celular de bolso, muda o DDD. Aproveitando o histórico de nossa ex-faxineira de consultórios odontológicos, também falamos sobre a vida na Alemanha, a política em um país tão importante e misterioso para o Brasil em época de peste chinesa. Inclusive o curioso fato de que na Alemanha paga-se imposto de maneira diferente conforme a sua religião. O que gerou certos problemas para nossa Kim Zucatelli… Não perca o Guten Morgen, o seu podcast preferido, agora também filmado! Assista em seu feed de podcasts preferido ou no YouTube – e não se esqueça de se inscrever, ativar o sininho, dar a sua curtida e o seu jóinha! A produção é de Filipe Trielli e Daniel Galli na Panela Produtora, com produção visual dos nossos escravos goianos. Guten Morgen, Brasilien!
Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Formação Senso Incomum: https://formacaosensoincomum.com.br/ Guten Morgen Go: https://go.sensoincomum.org Seja membro do Brasil Paralelo: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm Seja patrono do site e nos mantenha cafeinados: Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Guten Morgen, Brasilien! Você pediu, você implorou, você encheu o saco, você chorou em posição fetal embaixo da pia – você só não nos pagou um cascaio, o que teria resolvido o problema desde o começo – mas seu podcast preferido voltou depois de longas férias: e agora com a melhor das novidades: filmado! E nada melhor para este retorno do que estarmos com nossa mais nova colunista, Natália Sulman, e para falar de um tema eterno: filosofia! E, claro, falar de como, por que e o que estudar de filosofia em tempos de crise, que é exatamente o que você quer ouvir no seu podcast! A professora Natália Sulman, formada na Universidade Federal de Pernambuco, que tem uma das melhores páginas do Instagram sobre filosofia (@nataliasulman), junta-se ao time do Senso Incomum para as discussões mais elevadas do que a política rasteira do dia-a-dia. Como tudo o que importa na vida, voltaremos para a Grécia Antiga, lembrando que a estrutura da filosofia é sempre circular, voltando-se as mesmas perguntas formuladas por Sócrates naquela distante Atenas. Mas também passaremos do nível das introduções para discutir mais a fundo problemas filosóficos verdadeiros com filósofos cascas-grossas: há algo de útil na filosofia estética de Hegel? Haverá algum problema em sacar um livro de Kant a esmo da estante sem preparo? O que Platão quer dizer com “prazeres impuros”, se não possui o mesmo conceito de pecado do cristianismo? E – tema ainda mais espinhoso – por que queria expulsar os poetas da cidade? Por que Schopenhauer era tão mal humorado? Spengler tinha algo de correto, ou foi mesmo um proto-nazista? E como fica a filosofia de alguns críticos da modernidade industrial, mas que tampouco recaíram na esquerda mais bocó, como Heidegger e Guénon? E, claro, como Platão também é um artista… A professora Natália Sulman vai analisar do humor dos gregos até a decadência do Ocidente, passando por Kierkegaard, Baumgarten e Olavo de Carvalho, enquanto você dirige, faz seus exercícios ou lava a louça… mas lembrando que agora também estamos no YouTube, então você finalmente pode assistir com os olhos seu podcast preferido! Ou então, continuar ouvindo em seu player de podcast preferido. A produção é de Filipe Trielli e Daniel Galli na Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!
Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: twitter.com/sensoinc Instagram: www.instagram.com/senso.incomum Patreon: www.patreon.com/sensoincomum Seja membro do Brasil Paralelo e aprenda o que não te ensinaram na faculdade: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm Livraria Senso Incomum: livraria.sensoincomum.org Livraria Senso Incomum: http://livraria.sensoincomum.org Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: institutoborborema.com/produto/curso…ric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: institutoborborema.com/2017/05/08/cu…m-e-politica/ Guten Morgen, Brasilien! Depois do enorme sucesso da primeira passagem do Magister Clístenes Hafner Fernandes pelo seu podcast preferido, nosso grande professor de latim volta ao Guten Morgen para comentar sobre o que realmente importa: estudos clássicos, incluindo muita Grécia Antiga, na era moderna de gente discutindo Big Brother no Twitter! Nosso Magister Clístenes Fernandes, professor de latim na Schola Classica, vem conversar sobre a própria idéia do que seja educação: ex ducare, conduzir para fora, elevar o espírito – portanto, algo nada a ver com o que é conhecido como ensino formal hoje. O que se ensina nas escolas e faculdades são técnicas e alguns conhecimentos jogados e hiperespecializados: não são, propriamente, educação. Hoje temos médicos não-educados, engenheiros não-educados e, o que é mais chocante, professores de filosofia não-educados. Neste cenário absurdo da modernidade, vale a pena voltarmos a entender o que é, propriamente, educação – e termos dicas de um professor clássico para como ficarmos mais inteligentes e perder amigos com eficiência e compostura. Assim, nosso passeio vai desde a Grécia Antiga, como sói, passando pela Idade Média, até entender, por exemplo, por que os povos latinos, mesmo de países extremamente civilizados como a França, consideram que qualquer dono de sebo na Alemanha é extremamente culto. Por que isto se dá e por que precisamos aprender a maravilhosa língua latina para estarmos em diálogo com a grande cultura ocidental? A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora. Não se esqueça de se inscrever na Schola Classica e também no Brasil Paralelo! Guten Morgen, Brasilien! —————- Assine o Brasil Paralelo e aprenda o que não te ensinaram na faculdade: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/senso-incomum-sejamembro-fm
Guten Morgen, Brasilien! Seu podcast preferido vai salvar hoje o Ocidente a partir de seu epicentro, do núcleo geográfico e intelectual ao redor do qual toda a produção ocidental gira: Campina Grande, na Paraíba! E, diretamente do Instituto Borborema, chamamos o grande Pedro Augusto para nos salvar! Enquanto Pedro Augusto nos salva para podermos descansar, mantendo seu podcast preferido o mais genial da galáxia, você ouvirá como o Ocidente da cultura de cancelamento, de Michel Foucault e Felipe Neto pode ter alguma esperança! Claro, para isso voltaremos ao Antigo Testamento, à filosofia grega antiga e desembarcaremos diretamente na Paraíba para entendermos de onde viemos, que tipo de cinzas somos e para onde vamos - e se lá tem uma buchada de bode digna de separar leitores do Pedro Doria de homens! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora. Guten Morgen, Brasilien!
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108: O espectro Trump

108: O espectro Trump

2020-11-1301:03:231

Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Um espectro ronda a América – e o mundo: o espectro de Donald Trump! A mídia passou a última semana inteira comemorando (literalfando famente) a “vitória” de Joe Biden, dada pela… própria mídia. De repente, o assunto mudou, o tom abaixou, a festa da vitória pareceu os 40 segundos de comemoração do título de Felipe Massa. Donald Trump está no páreo. Mais do que isto, está com belíssimas chances, e com uma tranqüilidade invejavelmente assustadora. Mas, muito mais do que isto, o que significa a presidência Trump – e um segundo mandato do orange man – no mundo da cultura de cancelamento, das políticas identitárias, dos auto-declarados “Antifa”, de agências de suposto “fact-checking” contra hipotéticas “fake news” e das celebridades podres de ricas, algumas com sérios problemas com pedofilia? Curiosamente, quem deu uma chave de leitura bem curiosa para se enxergar este começo de século XXI foi um alemão chamado Karl Marx. Foi o criador do moderno comunismo que afirmou que o capitalismo traria consigo a sua própria ruína, porque “os pobres ficariam cada vez mais pobres, e os ricos cada vez mais ricos”. Que os pobres apenas não faziam a revolução e instaurariam a ditadura do proletariado porque estavam inertes, sem “consciência de classe”, porque estavam enganados pela “ideologia do capital”. No tempo de vida de Marx, bem ao contrário de sua logorréia, os pobres ficaram cada vez mais ricos, sem que os ricos perdessem dinheiro (riqueza se cria, não apenas se transfere). Marx, portanto, acreditava que o século XX seria o século do comunismo. Pelo contrário, enquanto todos os estudantes de abstrações e teorias de imaginário falavam tanto em revolução, na vida real, no mundo concreto e pontiagudo, a América foi o grande país do globo, sobretudo a partir do último ano da Primeira Guerra Mundial. Como fica o pensamento da esquerda hoje, pós-queda do Muro de Berlim, pós-Lula, pós-Trump? Exatamente com o que todos os seus contatos de WhatsApp têm contra Donald Trump: a idéia de que… mesmo ricos, mesmo livres, mesmo mais poderosos, estamos sendo enganados pela mesma estrutura descrita por Marx, agora travestida de “racismo estrutural”, “colonialismo”, “sociedade patriarcal”, “interseccionalidade”, “homofobia”, “obscurantismo religioso” ou a caçula da família das desculpas estúpidas, “fake news”.
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Seja membro do Brasil Paralelo e irrite jornalistas: https://bit.ly/3d8Wleh Livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Faça seu currículo com a CVpraVC: https://sensoincomum.cvpravc.com.br/ Loja Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum YouTube: https://youtube.com/sensoincomumoficial Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum/
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102: Por uma CPI do MBL

102: Por uma CPI do MBL

2020-08-2102:16:11

Livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Patreon: http://patreon.com/sensoincomum Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Filie-se ao Brasil Parelelo: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/91492b9d-c0fe-420a-9524-02bd4816bec1 Guten Morgen, Brasilien! Após longas férias, o seu podcast preferido está de volta, chutando bundas e pronto para te tornar uma pessoa mais inteligente e te fazer perder mais amigos! E desta vez, aprofundará a perda de amigos que caíram no isentismo (o centrão gourmet) e que, em tempos recentes, se mostraram uma ameaça à liberdade no Brasil ainda pior do que os arroubos do PT. E vamos propor de cara a única coisa que enxergamos que pode melhorar o país: uma CPI do MBL. Membros do MBL, o Movimento Brasil Livre, foram alvos de busca e apreensão recentemente, mostrando que o Ministério Público estava de olho e bastante desconfiando de um movimento que, supostamente, não tem fins lucrativos, mas recebe doações intermitentes de Alessander Mônaco por superchat de maneira estranha, e tem movimentações financeiras não-declaradas, na melhor das hipóteses, suspeitas. Alessander Mônaco recebia quase R$ 90 mil mensais de sua empresa, mas fez concurso para uma vaga que rendia apenas R$ 6 mil, e doava praticamente o salário inteiro para o MBL. Ainda por cima: trabalhava destruindo arquivos de Estado... Mas mais do que qualquer erro com a infernal burocracia brasileira, parece haver um modus operandi no MBL, que se assemelha perigosamente com o método de lavagem de dinheiro de muitos criminosos financeiros. O MBL, afinal, se recusa a abrir suas contas e foge dessa questão como o diabo da cruz. Por que o MBL tem tanto medo de revelar suas movimentações e doações?  Também vimos o MBL fazer evento com João Doria. Com ministro de Michel Temer. Com jornalistas e amigos de jornalistas que subiram a carreira com a gestão de João Doria. E com o próprio Michel Temer! Isso sem falar na figura emblemática do MBL: Carlos Afonso, o "Luciano Ayan". Foi nosso herói Afonso que produziu relatórios que, como ele se jacta, foram usados na CPMI das Fake News para perseguir adversários, ensejando buscas e apreensões e até prisões de pessoas que cometeram o crime de serem amigas umas das outras e não gostarem do Afonso. Preso na mesma operação que prendeu Alessander Mônaco, "Luciano Ayan", além de movimentar quase um milhão sem declarar, é o criador da teoria da conspiração de que existiria um "gabinete do ódio", ou "milícias virtuais" ou uma "seita política" ou coisas do tipo, que foram tratadas como a maior verdade factual do planeta, sendo acreditada e espalhada por jornalistas como José Fucs e Felipe Moura Brasil.  É por isso que existe inquérito no STF (compre o livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo). É por isso que existe CPMI das Fake News, para perseguir opiniões políticas. É por isso que criam mecanismos de controle em redes sociais. E, conforme revelamos com exclusividade (https://sensoincomum.org/2020/08/14/mp-pede-investigacao-de-luciano-ayan-por-possivel-posse-de-pornografia-infantil/). Afonso "Luciano Ayan" fez relatórios para a CPMI das Fake News que foram usados pelo ex-ator pornográfico Alexandre Frota, que recomendou filmes pornográficos e espalhou fake news sobre Olavo ed Carvalho na própria CPMI. Quer mais motivo para outra CPI ou CPMI para investigar o MBL e, sobretudo, os seus tentáculos e influência? A produção é de Felipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier.
Absolutamente nada até hoje dividiu tão fortemente a direita quanto o pedido de demissão de Sérgio Moro, acusando Bolsonaro de crimes. Ouça o que passou batido no seu podcast preferido! Guten Morgen, Brasilien! Enquanto os grandes eventos esportivos não retornam as atividades normais para realmente dividir o país, ao menos as últimas semanas mostraram que o Brasil tem a quarentena com mais emoções do planeta Terra, graças ao UFC Brasília: Sérgio Moro x Jair Bolsonaro! O ex-juiz e agora ex-ministro Moro, um gigantesco símbolo da luta anti-corrupção no país, foi colocado no governo Bolsonaro como ministro da Justiça exatamente para delinear as políticas contra a corrupção e o crime organizado, que permitiram que o governo Bolsonaro fosse o que mais diminuiu a criminalidade já no primeiro ano de mandato. No entanto, apesar de muito forte como símbolo, Sérgio Moro é uma figura até hoje quase que completamente desconhecida do público geral. Sabemos os seus gostos? O seu jeito? Suas idéias além da lei? Quais seus autores preferidos? Se prefere Metallica ou Beatles? O agora ex-ministro, como é consabido, caiu atirando ao pedir demissão: acusou Bolsonaro de pelo menos dois crimes, em uma entrevista coletiva convocada com hora marcada para entregar nitroglicerina pura à mídia – que, não é segredo para ninguém, não gosta muito de Bolsonaro. Tudo por conta da sugestão de Bolsonaro de substituir Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal, o que até o STF considerou "proibido", sem mostrar em que ponto da Constituição o presidente não pode indicar quem quer que seja (conforme a Constituição é explícita), e muito menos em que ponto da Constituição o STF pode nos brindar com sua piedosa opinião sobre tal assunto. Como uma espécie de botão do morto, Sérgio Moro ainda entregou bem para o Jornal Nacional da Globo prints de uma conversa com Bolsonaro, dando a entender, em uma gigantesca forçada de interpretação, que Bolsonaro estaria querendo negociar com seu ministro um nome em comum para a Polícia Federal para proteger aliados (o primeiro parágrafo da nota refuta Moro), além de uma conversa com a deputada Carla Zambelli, também dando a entender, mas sem prova alguma, que Zambelli estaria "negociando" um nome comum para a Polícia Federal em troca de indicação de Moro ao STF (?!), o que não cabe a uma deputada – e, afinal, indicação para a chefia da Polícia sempre foi atribuição do presidente, sem precisar dar satisfação a seus ministros. Bolsonaro logo convocou um pronunciamento com todos os seus ministros para refutar Sérgio Moro. Conclusões apressadas pulularam nas redes, mas, sobretudo, no Legislativo e no STF, proclamando por um impeachment, que agora se tornou a tônica de um país, literalmente, parado. Pouco ainda sabemos para conclusões tão peremptórias, mas muito mais do que se imagina foi revelado nas entrelinhas de cada um destes tristes dias de nossa nação. A análise que fazemos... bem, você ouvirá no seu podcast preferido, clicando abaixo, pelo canal do Senso Incomum no YouTube ou no seu agregador de podcasts preferido! A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! O Guten Morgen Go – Primeira Guerra Mundial já está no ar!! Conheça o conflito que moldou o mundo problemático em que vivemos em go.sensoincomum.org Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos: https://sensoincomum.cvpravc.com.br Conheça a Livraria Senso Incomum e fique inteligente como nós: https://livraria.sensoincomum.org Vista-se com estilo e perca amigos com a loja do Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/
Guten Morgen, Brasilien! Sentiram nossa falta? Nós também sentimos nossa falta! E também a sua, é claro! Mas foi por uma causa maior - ao menos com potencial maior de destruição: o coronavírus, o micróbio do (...) que fez o planeta ficar monotemático, da Polinésia à Islândia. Mas um país se destaca em nossas preocupações: a ditadura comunista com mais população no planeta, o país de Xi Jiping, a toda-poderosa China! E será para falar do gigante asiático que faremos o nosso tão esperado, tão desejado, tão pedido e tão implorado episódio 100 do Guten Morgen, o seu podcast preferido!  A China, sua história, sua política e sua atuação na geopolítica mundial são pouco conhecidas no Brasil. Mas, mesmo com as limitações de um resumo forçado, comentaremos a influência do confucionismo na formação da mentalidade chinesa e seu sistema de poder. Lembraremos de uma das marcas da cultura chinesa (tal como é o verde para o Brasil): a rota da seda, a principal rota comercial do mundo da Antigüidade - ou melhor, desde a Antigüidade até hoje, pois Xi Jiping tem como grande sonho restaurar a rota da seda e o monopólio chinês sobre o comércio internacional. Foi a rota da seda que Marco Polo teria feito em suas viagens. Aliás, Marco Polo é quem marca a relação moderna do Ocidente com a China. E lembra-se de que ele é italiano? Pois é, a Itália. Também lembraremos que não é a primeira vez na história em que um vírus chinês dominou o Ocidente conhecido: buscando escapar do monopólio imposto pelos chineses na rota, navegadores genoveses foram para a China por outro caminho, e de lá voltaram com seda, especiarias e muitas outras coisas desejadas por europeus - e também uma certa peste bulbônica nos ratos dos porões de seus navios...  Um micróbio que sai da China e coloca o Ocidente de joelhos, começando pela Itália. Soa familiar? Se a peste negra foi o ápice de uma espécie de incipiente guerra biológica entre a China e o Ocidente, algo bem pior ocorreu bem depois, já no século XIX: as duas Guerras do Ópio, que, além de criarem o estado de Hong Kong, marcam o início de um conflito comercial e econômico no auge do colonialismo, que marcaria para sempre a cultura chinesa: tanto o seu problema com ópio (até os dias de hoje) quanto um revanchismo com o Ocidente que envolve... bem, adivinhe? Isso sem falar no avanço da centralização, no desprezo pelo indivíduo em prol do coletivo e na mentalidade de superioridade da China para dominar o mundo com a revolução comunista chinesa, capitaneada por Mao Tsé-tung - ou Mao Zedong, como prefira chamá-lo... A mentalidade de Xi Jiping é simples de ser entendida: o potencial do nacionalismo chinês e seu centralismo burocrático desde os primórdios do confucionismo, aliado a uma postura de dominação cultural pelo monopólio comercial da rota da seda - que, hoje, poderia incluir, entre outros países, um certo Brasil que está se vendendo para a China nas mãos de liberais sem nenhum propósito moral... É neste clima tétrico e de enfrentamento de um gigante chinês que marcamos nosso episódio 100 - e lembrando a todos que o Guten Morgen Go - Primeira Guerra Mundial já está no ar - e sim, a China se modifica, deixa de ser um grande palco a ser disputado por potências coloniais e cria o seu "nacionalismo chinês" com Chiang Kai-shek exatamente no período mais importante e menos estudado da história mundial... As vagas são limitadas, então não deixe de se inscrever em go.sensoincomum.org O Guten Morgen Go – Primeira Guerra Mundial já está no ar!! Conheça o conflito que moldou o mundo problemático em que vivemos em go.sensoincomum.org Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos: https://sensoincomum.cvpravc.com.br Conheça a Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Vista-se com estilo e perca amigos com a Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/
Guten Morgen, Brasilien! Para animar uma semana de Carnaval, nada melhor do que unir dois temas queridos pelo público de nosso podcast: literatura e humor com a extensa e abissal incultura de nossos jornalistas! Para isso, chamamos novamente nosso sub-editor Carlos de Freitas para comentar uma maravilhosa frase de Hugo von Hofmannsthal: Nada acontece na política de um país que não esteja primeiro em sua literatura.  Com esse dito genial de Hofmannsthal, aprendemos duas coisas básicas: que a imaginação moral e referencial do brasileiro é seriamente deficitária, muito mais do que a de países muito mais atrasados economicamente e assolados por péssima política do que o Brasil. E também que a cultura de nossos analistas políticos, que deveriam ser os guias culturais - jornalistas tomam a função de serem os arautos das coisas importantes para o povo - é uma lástima infernal. Ou seja: não temos referências, nem mesmo do que é belo, moral, verdadeiro, porque a classe falante não tem leitura. Apenas segue palavras cegas e abobadas, como "feminismo", "ataque" ou "fake news", sem nunca formar o mais básico silogismo. Sem juntar lé com cré. E formando gerações absolutamente incapazes de desvendar o que é verdade e o que é mentira em fatos óbvios da vida. Com base nisso, Carlos de Freitas e Flavio Morgenstern comentam, é claro, literatura grega antiga, porque ninguém é de ferro. E literatura alemã. E literatura austríaca. E a Primeira Guerra Mundial. E os conflitos lingüísticos na mitologia. E a CPMI das Fake News. E os textos de jornalistas cheios de erros de português se achando o máximo por citarem conceitos toscos de Michel Foucault. E, enfim, alta cultura com nosso admirável bom humor. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien! --------------- Conheça a Livraria do Senso Incomum com títulos selecionados:
Guten Morgen, Brasilien! Nesta semana completou-se 75 anos da libertação de Auschwitz, o mais horrendo e conhecido campo de concentração onde eram assassinados judeus em massa durante a Segunda Guerra Mundial. Também foi um momento em que a esquerda deixou o disfarce e os eufemismos e elogiou abertamente o Exército Vermelho da União Soviética de Stalin, congratulando o mais violento Exército a atormentar civis do século XX por ter "libertado" o mundo dos nazistas. Mas será que a história é mesmo tão maniqueísta e combina tanto com este reducionismo? Pelo contrário: qualquer estudioso de campos de concentração é claro em afirmar que o Gulag, o complexo de campos de concentração soviéticos, não é apenas anterior aos campos nazistas: os soviéticos ensinaram os alemães a obter uma economia industrializada com trabalho escravo de seus inimigos. Afinal, soviéticos, do socialismo internacional, e nazistas, os nacional-socialistas, tinham muito menos diferenças de pensamento do que tinham dos liberais e conservadores do Ocidente. Pra piorar, foi por culpa dos soviéticos – e não exatamente dos alemães – que a Polônia estava tão fragilizada na Segunda Guerra. Mas, afinal, por que Auschwitz? Ou melhor, por que a Polônia? Por que os nazistas mataram comparativamente mais judeus no país ocupado do que na própria Alemanha? Neste episódio do seu podcast preferindo, vamos analisar qual era o plano do "nacionalismo alemão", e o que ele tinha de diferente do nacionalismo alemão do romantismo. Também mostraremos como Adolf Hitler moldou sua mentalidade a partir da Primeira Guerra Mundial, e como os alemães, o povo que mais recebeu judeus na virada do século, passaram a enxergar a matança indiscriminada como uma "solução final para o problema judaico" (Endlösung der Judenfrage). E já avisamos: as respostas serão mais complexas do que parecem... Não se esqueça de que hoje é o ÚLTIMO DIA para assinar o Guten Morgen Go sobre a Primeira Guerra Mundial – e lembre-se de que é quase impossível entender de fato o nazismo sem entender as complexas questões modernas que a Alemanha se impôs e impôs ao mundo a partir da Grande Guerra... Corra para go.sensoincomum.org A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
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Comments (646)

Paulo André Franquini De Moura

quase um ano sem postar, já tava ganhando amigos novos

Jul 16th
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GigaBeta

As sociedades islâmicas vencerão, mesmo que democraticamente. Muçulmanos se reproduzem... e não tem tolerância com Gueis.

Mar 10th
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Doug Aquino

finalmente um episódio novo do melhor podcast do Brasil. perdendo amigos e ficando mais inteligente com o Morgenstern

Sep 4th
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Galileu Ferreira

Pára tudo!

Jul 14th
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Roberta Lima

Tudo que vocês falam é ouro, obrigada!

Jul 10th
Reply (1)

Marcos Cesar

Maravilhoso!

Jun 17th
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Marcos Cesar

Muito bom!!!!

Jun 11th
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Z23 SirPhilip

Mestre Flávio, adoraria poder conversar com você! Estou com algumas idéis e gostaria de receber algumas dicas e orientações se fosse possível! Desde já receba minha gratidão!

Apr 26th
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Weverton Oliveira

Pedro Augusto é muito bom no que faz

Mar 26th
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Everton Souza

👏🏼👏🏼👏🏼

Mar 9th
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Douglas wahast da costa

👏

Mar 9th
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Douglas wahast da costa

eita! saiu rápido esse!

Feb 19th
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Leia Kazuo Ishiguro

TradCOOM é cão que ladra mas não morde.

Feb 8th
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Pedro Celestino

👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾

Feb 3rd
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Douglas wahast da costa

finalmente kkkk

Feb 2nd
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Luís Guilherme Astun Guedine

Uma Bíblia para escrutinio é a "Biblia de Jerusalém", o caminho neocatecumenal usa ela justamente por ter dúzias de referências e notas de rodapé.

Dec 15th
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Pedro Santos

Eu procurando podcast de história e o aplicativo querendo me empurrar propaganda de teoria da conspiração.

Dec 15th
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Michael Moura

Há pouco assinei a Brasil Paralelo. O primeiro curso do Núcleo de Formação que conclui foi justamente o de Literatura do Clístenes. Que aulas fodásticas! Baita professor!

Dec 3rd
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Deme Rodrigues

Só ouço esse podcast devido às asneiras, e nesse ele se superou.

Nov 25th
Reply (1)

Nati

adorei a música no fim! qual é?

Nov 4th
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